
Sou triste, sou manhã sem sol
Sozinha, beija-flor
Escrevendo, sou uma velha arvore
Que no outono perde a própria cor
Quando sorrio,pura fantasia
Na linguagem mensagem de paz
Penso ate me opor a razão
Sem razão fujo,sou real,utopia
Grito abafado pelos oprimidos
Sou modelo de liberdade aprisionado
Índio sem terra vestido de concreto
Isotrópica sou pura ousadia
Vivo no tempo que não é meu
Busco sem paz a simetria
Traço meus conceitos de forma analógica
Nos intervalos sou simplesmente poesia
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