
Minha tristeza é desmedida
Meus versos são puro pranto
Entre o prazer e a amargura sou dividida
Por vezes amante ardente outra desencanto
A cada dia meu coração
Despedaça-se em amargura
Padeço imersa na desilusão
Vivo na incerteza, mas sou procura
E aos meus versos feitos de renuncia
Pincelo a esperança e a angustia
Com matizes de audácia e relutância
E com a alma ardente tento encontrar
A força exata para estancar
Esta angustia que punciona meu peito até sangrar
JD// 011 = 03/2010.
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