
A negra cor dos teus cabelos ora loiro
Como saberei minha musa inspiradora
Até que ponto a ti sou lisonjeiro
Enfim a vida é uma eterna sucessão de se
Se não como iríamos descobrir
A graça de no amor desnudar-se
Para adiante de dores se cobrir
Daí a conclusão mais óbvia deste soneto
Nesta rede de ficção que ora me prende
A cada verso de amor de mim nascido
Sem solução minha amargura velo em verso
Para no instante seguinte estereotipar e dizimar
A espera de novas emoções para acreditar
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