
No silencio da noite me agasalho em poesia
Quando Deus se faz presente no meu coração
Ilhados meus devaneios misturam-se na areia
E se estilhaçam em fragmentos de solidão
Pensamentos corrompidos varrem minha alma pagã
Fagulhas de tormentos passam a tombar
E num anseio de verdade e entrega
Meus venenos mortais agônicos seguem a se deflagrar
Minha sordidez Tropeça
Uma sede de amor avança
E da fé sou força
No requebro do vento sou vendaval
Vaso quebrado, quebrantado, temporal
Reconstruída, puro lírio angelical
JD 034
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