sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Candido Portinari

Quadros de Portinari, música Dança Brasileira ,Camargo Guarnieri (CD Brazil_YoYoMa)

AOS DESCRENTES - JOANA DARC MEDEIROS DE AZEVEDO DA MATA












Até num desprezado galho seco
Jogado no meio do esterco
O mais descrentes dos ateus
Pode enxergar a força de Deus
É SÓ OLHAR COM O CORAÇÃO

No mais distante deserto
Do pervertido ao pastor
Pode sentir ao seu lado
O poder do Criador
PARA AFUGENTAR A SOLIDÃO

No homem que agoniza coberto de ferida
Abandonado pela sorte e pela vida
Mesmo quando todos o repelem
Jesus pode tocar na sua pele
NÃO JULGUE O QUE DESCONHECE

Diante de um temível tubarão
Na tempestade ou num furação
Se a tua fé te iluminar
O Consolador pode te salvar
FECHE OS OLHOS E TENTE UMA PRECE

Nas amarguras que a vida oferecer
Siga em frente não se deixe abater
Pois bem mais que o sol Deus esta a brilhar
E aos seus fieis nunca ira abandonar
EXALTE A DEUS EM QUALQUER LUGAR


Fale sempre do seu imenso amor
Nos presídios para os marginais
Nas grandes festas e nos funerais
Nas escolas e nas repartições
Para políticos, administradores
Jornalistas e professores
NÃO ESCOLHA HORA NEM OCASIÃO

Ele e a única solução
Tem o poder da transformação
Na vida de toda a humanidade
Em qualquer escala social
CIRCUNSTÂNCIA OU SITUAÇÃO

Deus é Unitranscedente
Não é feito de argila nem de papelão
Mas de amor e de perdão
Sobre medida para nossa salvação

terça-feira, 11 de agosto de 2009

MEDITAÇÃO - JOANA DARC MEDEIROS DE AZEVEDO DA MATA

A cada amanhecer
É preciso manter a alegria para viver melhor
Cultivar lindos sonhos para não envelhecer
E aprender a lutar para saber vencer

Ao entardecer
É preciso manter o sorriso para preservar a alegria
Cultivar novos amigos para espantar a solidão
E aprender a perdoar para conhecer a paz

E ao anoitecer
É preciso esquecer os medos para seguir em frente
Cultivar a verdade para ser autentico
E aprender com os erros para conquistar a sabedoria

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

TRISTE LEMBRANÇA - Joana d'arc Medeiros de Azevedo da Mata


Seis de Agosto inicia
Trazendo a lembrança do dia
Que o homem em sua tirania
Semeou a semente da covardia

No céu um clarão irradia
E diante de tanta ousadia
A manhã cobriu-se de nostalgia
E vidas tombaram sem serventia

Aos poucos as flores que enfeitava
O verde que cobria o jardim
Pálidas misturaram-se ao povo que agonizava
Acinzentando-se numa tristeza sem fim

Olhos oblíquos enevoam uma tristeza finda
Com o fogo que consome o suor que vira pó
E a terra do sol já pintada em cinza
Transformou-se na semente da coragem que brotou

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

MEDITANDO - Joana d'arc Medeiros de Azevedo da Mata




Deus é soberano
Pois nos faz criança
Para receber amor
Descobrir o riso
E brincar pela vida

Ele é maravilhoso
Pois da força ao jovem
Para dividir o amor
Chorar de rir
E viver a vida

E com toda Sua sabedoria
Da experiência ao velho
Para purificar o amor
Decifrar o riso
E valorizar a vida
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