quinta-feira, 31 de maio de 2012

XUCRICE - JOANA D'ARC M. A. MATA






POR QUE ESCREVO SE SERIA BEM MAIS FÁCIL FALAR?
E QUANDO ESCREVO PORQUE GOSTO DE FALAR DE AMOR
OU ESCREVER SOBRE O MAR, SE SEUS MISTÉRIOS JAMAIS VOU PODER DESCIFRAR?
E SOBRE A LUA,
SE INATINGIVEL NÃO PARA DE CAMINHAR?
ENFIM ...
POR QUE EM VEZ DE FALAR DO MEU AMOR SÓ CONSIGO ESCREVER?
NÃO SEI... 
TALVEZ PORQUE TENHO A ESPERANÇA QUE MEU GRITO SILENCIOSO CONSIGA DE DESPERTAR

quarta-feira, 30 de maio de 2012

AVISO - JOANA D'ARC M .A. MATA






VOU FALAR DA TRAGETORIA DO HOMEM, SUAS FALHAS E GRANDEZA
EMBORA ESTES VERSOS POSSAM CAUSAR  ESTRANHEZA
POIS AS VEZES AS VERDADES  SOAM COM ASPEREZA
MAS MINHA INTENÇAO  É APENAS RELATAR FATOS SEM VILEZA

NUMA ANALOGIA, NOS PRIMORDIOS HUMANOS E NATUREZA LER-SE BRAVEZA
PELA FORÇA E AMBIÇÃO O HOMEM  SE FOCOU EM DOMINAR A NATUREZA
SEM TER CONSCIENCIA DA TIRANIA PASSOU A DESTRUIR SUA BELEZA
 SEM MEDIR CONSEQUENCIA POR MILENIOS FOI DIZIMANDO SUA MAIOR RIQUEZA

E EM SALTOS SECULARES DAS TREVAS A LUZ PREDOMINOU A CRUEZA
NUMA AMBIÇÃO DESMEDIDA JOGOU-SE À CORRENTEZA
E DO  MAGNETISMO PELO PODER A ECLOSÃO DA AVAREZA

DO  PRIMITIVO AO COMTEMPORANEO CONTINUA PREDOMINANDO A RUZEZA
 E PASSO A PASSO OS HUMANOS CONTINUAM CAMINHADO COM  LARGUEZA
SEM MEDIR CIRCUNSTANCIA DESTRUINDO A MAE NATUREZA

terça-feira, 29 de maio de 2012

POR QUE ? - JOANA D'ARC M. A. MATA



                      

PRIMEIRO
UM OLHAR  PROFUNDO
ETERNO, SEM FIM
QUE FALA E CALA N’ ALMA
SÓ PROMESSAS...
E A ENTREGA É
FATAL
DEPOIS
CHAMPANHE
UMA FLOR
SEM TALO, PEQUENA,
SUAVE, SEM COR E PERFUME.
SUGERE UM FRAGIL
TALVEZ...
POR FIM
DE POSSE
IMPOSTOR SEM AMOR,
DITADOR,SUGA SEM PENA
DA RAÇA O SANGUE
OS FRACOS OPRIME,DEVORA
SÓ PERDA,MISÉRIA
MAS GRITA A TODOS
EM ALTO BOM TOM
EU FIZ
NO FIM
SÓ FAMA DO POUCO QUE FEZ
E O FEITO SE TRANSFORMA EM GLORIA
PÁGINAS DOURADAS, MENTIRA
E O POVO QUE CHORA
O POR QUE?


segunda-feira, 28 de maio de 2012

PROCURA - JOANA D'ARC M. A. MATA



Corro no tempo mas não tenho pressa
Da vida atenta aproveito
O pouco espaço que ocupo e  indefessa
Exploro e me deleito

Mesmo fadada  passo a passo faço
Meu dia a dia cada vez melhor
Caio, me estraçalho e me refaço
Pois a vida sem dor não tem sabor

Quando durmo tenho medo de acordar
Se não durmo acordo a reclamar
Enfim minha vida é cheia de emoções para emendar

E meio a toda esta turbulência
Muitas vezes perco minha própria referencia
Mas na poesia busco a reminiscência.

domingo, 27 de maio de 2012

NOITES DE INSONIA - JOANA D'ARC M. A. MATA





Noite triste, relutância
Angustia, noite de insônia
Solidão, nostalgia
Sensação de perda,renuncia

Pesadelo, vi as rosas do jardim
Perderem o rosa e o carmim
Anunciando que o amor chegou ao fim
Convidam-me a fugir de mim

E procurar  um lugar distante
Onde nem eu mesma possa  me encontrar
 Para ficar inerte, estancar
E do meu peito, esta dor arrancar.

E em delírio tracei o meu próprio voo
Para  da angustia insana  me libertar
Tristezas,desilusões em instantes equalizou
E em  paz consegui no limite do inconsciente planar
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